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 Diário da Aventura

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Doug Mitsujii
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MensagemAssunto: Diário da Aventura Seg Set 05, 2011 6:01 pm

Diário da Aventura

(Regras ver em Informações Gerais. Postagens desnecessárias aqui serão deletadas.)

Prólogo
A nossa nação estava em guerra com mais duas. Éramos poucos, mas bem treinados. Não estou tendo uma boa memória ultimamente, aqui onde estou tem alguma coisa que me faz esquecer das coisas... Acho que estávamos contra a nação de Bazhard e Khiloph. Isso era quando...? Há umas semanas atrás?

Estava junto com minha equipe em um cruzador espacial, pronto para defender o planeta a qualquer custo. Eles tinham nos enganado dizendo que o governo Balitophiano iria ser o melhor, mas não se passava de uma ditadura com um belo disfarce, então entramos em conflito e chegamos na pior consequência.

A batalha foi intensa. Eram tantas naves que chegou a ter um momento que não conseguíamos distinguir de quem era dos nossos. Mas estávamos em minoria, então precisávamos de alguma estratégia de combate que nos desse vantagem. A que pensamos era um ataque direto à base dos Bazhard, pois eles apenas intensificavam a ofensiva com os caças.

Eles possuíam um projeto ainda não finalizado, sobre um teletransporte para lugares mais distantes que já conseguimos saber onde ficam. Não sabíamos que eles estavam transportando isso no cruzador em que íamos atacar... Então já era tarde demais.

Utilizamos todo o tipo de armamento que tínhamos para destruir, e acabamos destruindo mesmo. Porém alguma explosão ou alguma coisa aconteceu e me senti... morto?

E aí começa a nossa história
Acordei em um espaço desértico, era de dia. Eu conseguia respirar, então fiquei ao menos feliz. Eu possuía mais nada em mãos, a não ser meu scouter. Encontrei um outro humano, chamado Paul, que me ajudou a começar a construir uma pequena base na região.

Não encontramos nenhuma civilização avançada, e combatemos diversos tipos de monstros... Se é assim que posso dizer, uns zumbis estranhos, aranhas gigantes, uns bichos verdes que parecem um kamikaze...

Também sem sinal de tecnologia, só tínhamos em mãos madeira e pedra, logo conseguimos criar ferramentas e começar a explorar cavernas... Me sentia um primata tentando recomeçar a vida em um lugar totalmente estranho. Até podia arriscar dizer que era a Terra nos veeeelhos tempos.

Mais tarde, encontramos mais um sobrevivente da guerra, chamado Nelson. Ele se ofereceu para nos ajudar na criação da base e ajudou muito em reformar a nossa base de madeira para pedra, ficamos mais resistentes. Ah sim, também eu havia feito uma defesa eficiente para conter os ataques inimigos usando cacto, Paul ajudou a terminá-la. Até aí a nossa base está perfeita.

Apareceu mais um humano, chamado Princiotti. Parece que a cada vez, estão aparecendo mais pessoas nesse tal mundo novo. É como se fosse uma charada do significado de tudo isso. Ele não possuía um nível de combate alto, mas logo pegou a prática.

Resolvi criar centros de exploração para ampliar a exploração desse mundo. Por enquanto, consegui montar um em uma montanha alta, junto com um lobo que acabei encontrando. Ainda não terminei, mas digo que a vista dos astros é linda. Princiotti estava me ajudando a encontrar um outro local bom para o próximo centro de exploração.

Então... vamos colonizar este lugar. Vamos chamá-la de EverGrand.


Última edição por DouglasEagle em Seg Set 05, 2011 6:46 pm, editado 1 vez(es)
Nelson William
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MensagemAssunto: Notícias Ter Set 06, 2011 1:14 am

Quando fui dormir na noite passada, percebi que nossa base era bem apertada e logo não seria suficiente, já que possuía apenas três camas e pouco espaço para baús, então aumentei os espaços, organizei nossas ferramentas e alimentos, mas percebi que não era o suficiente.

Fiquei sabendo do novo sobrevivente Princiotti através do DouglasEagle, e de certa forma achei bom, pois com mais gente vai ser mais fácil conseguirmos coletar recursos e construir novas estruturas, mas espero que ele nos respeite de forma correta. Também soube da construção do Posto de Observação Kamira.

Pouco tempo depois de sua construção, Kamira foi atualizado com algumas novas partes e uma infra-estrutura melhorada, mas realmente acho que o fato de ser feito de madeira (e folhas) é bem perigoso, já que um acidente ou até mesmo um raio pode colocar tudo a perder.

Já que estávamos com um novo integrante no grupo, e o Posto Kamira andara consumindo muitos recursos, com toda certeza precisaríamos de alguma base maior, com melhor capacidade de estocagem, com mais camas e alguma forma de produzir alimentos, já que a plantação de cana-de-açucar que possuíamos não era muito útil e os porcos estavam cada vez mais difíceis de achar... A construção do Kamira indicara que novas construções viriam, e muitos recursos seriam necessários, e com todos preocupados em caçar, construir e explorar, resolvi dar uma boa atualização na nossa base, transformá-la no que precisávamos e então coletar madeira, pedra e alguns minérios.

Nomeei a nova base de Centro Nelson, abreviado como CN. Para começar construí uma câmara iluminada e irrigada e re-plantei todas as canas-de-açucar, e deixei um baú para estocar apenas as canas.

No andar superior, aonde ficavam as camas, baús, mesas de trabalho e fornalhas, deixei mais fornalhas e mais mesas de trabalho, para agilizar e permitir que todos criem suas ferramentas ao mesmo tempo.

A câmara de cana ficava ao lado da parte de baixo da base, então ergui um novo cômodo, aonde coloquei novas camas e vários baús divididos por categorias, aonde armazenarei todos os recursos que encontrarei, para que ajude no avanço e no progresso tecnológico de EverGrand!

Planejei também de criar uma câmara para produção de trigo. Uma parte da infra-estrutura está construída, faltando apenas arar a terra e plantar as oito sementes que consegui. Mas ficou difícil, pois perdi grande parte de minhas ferramentas, madeira e pedra.

Como ainda estou me acostumando com o local, e estou meio lento com isso, já me perdi umas cinco vezes e em quase todas elas fui atacado por esses monstros que explodem, e na euforia para fugir perdi boa parte dos recursos que havia coletado.

Espero possamos melhorar o CN cada vez mais, e já que é um benefício a todos, conto com vossa ajuda.

De EverGrand, escrevo este diário, Nelson William.


Última edição por Nelson William em Ter Set 06, 2011 1:15 am, editado 1 vez(es) (Razão : Karina)
Paulnet
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MensagemAssunto: Re: Diário da Aventura Ter Set 06, 2011 2:56 pm

" Acordei e vi que estava num lugar novo. Só que achei estranho o fato de não ter acordado enquanto Nelson estava fazendo suas coisas, talvez seja porque explodi 48754847 kamikazes nos dias anteriores, além de não ter dormido.

Fui caçar um pouco, e enchi de novo o baú de comidas.

Fui ver os outros baús. (novos, por acaso)E vi que tinham 6 leathers, com os meus (7), deu 13 leathers, como achava que apenas 12 eram suficientes pra fazer duas calças, fui tentar fazer, mas falhei nisso, e então o Princiotti acordou, e pedi que ele me ajudasse a pegar leathers suficientes pra fazer 3 calças, já que o Doug tinha ajudado a pegar alguns dos 7 leathers.

Consegui achar várias vacas, junto com o Princiotti, que sempre queria ajudar em pelo menos alguma coisa.
No fim, acabamos com 22 leathers, não sei que número daria junto com o Doug, mas estava anoitecendo, e ele estava no centro de observações.
Então fiz 3 calças de leathers e vesti uma, e dei uma pro Princiotti, se o Doug tiver mais leathers, talvez seria suficiente pra arranjar uma calça pro Nelson, afinal. Que estava dormindo de tanto trabalho montando tudo aquilo.
Por enquanto, planejo arranjar um pouco mais de madeira. E arar a terra para botar as sementes.
Vida longa à EverGrand!"


De Paul, que apenas lembra uma parte de seu sobrenome, Net.

"E afinal, que explosão foi aquela que aconteceu perto do Centro Nelson, que ninguém alegou ter explodido um kamikaze?

(also, se for um post inutil, me desculpem , D=)
Pëertt
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MensagemAssunto: Re: Diário da Aventura Qua Set 07, 2011 3:18 pm

Dia 1

Acordei sem saber onde estava. Também não sabia como havia chegado lá, e nem ao menos quem eu era. Mas tenho uma vaga lembrança da minha terra natal e do nosso idioma, talvez seja patriotismo, sei lá. Como costumo ser otimista, chamarei esse lugar de Frjósömeyja, na esperança de que algo cresça aqui e eu não morra de fome. (Frjósömeyja significa "ilhas férteis" na minha língua)

Depois de andar um pouco por Frjósömeyja, encontrei um lugar perto de uma montanha, lá haviam bastante árvores, então peguei uns galhos delas e umas pedras do chão e fiz um machado improvisado, para cortar um pouco de madeira e construir. Não foi uma tarefa lá muito fácil, mas depois de muitos machados quebrados e suor (ou não, Frjósömeyja é tão fria que não sei se poderia realmente suar lá), consegui material suficiente, e fiz uma cabana simples. Aquela noite dormi no chão na neve, mesmo. Não tive tempo para conseguir lã e fazer um colchão, e já era noite. Além disso, eu ouvi alguns sons estranhos vindos do nada, então era melhor ficar em casa.

Dia 2

Após acordar, resolvi "mineirar" (se é que podemos dizer isso, eu não encontrei nenhum minério). Depois fiz um baú, uma mesa e uma fornalha para minha casa. Estava pronta. Tive uma idéia da qual não me arrependi, resolvi fazer um barco e navegar, para mapear a área, e acabei chegando em uma ilha, onde encontrei um humano chamado Nelson, perto da casa dele, que mais parecia um castelo. Como não lembrava bem do meu nome, mas na minha língua era algo como Peer... e certa vez tinha lido em um livro que nas outras nações uma forma mais comum era Pedro. Então seria isso. Apresentei-me ao Nelson, e como já era de madrugada quando cheguei lá, fiquei na casa/castelo dele.


Última edição por Mr. Epicness em Qua Set 07, 2011 4:00 pm, editado 3 vez(es) (Razão : Dia 2)
Doug Mitsujii
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MensagemAssunto: Re: Diário da Aventura Qua Set 07, 2011 3:23 pm

Poxa, muita coisa aconteceu até agora.

Agora estou em uma escavação até encontrar um tipo de pedra vermelha que pode nos ajudar a fazer novos materiais.

O CN ficou bem interessante, e aos poucos está se expandindo. Fiquei sabendo que Nelson está começando a criar um centro de Observação também. Falando nisso, Kamira está quase pronto. Dá para ver os astros sem problemas. Não fiz um teto ainda, porque me faltou recursos, mas logo farei. Também utilizei o mesmo esquema de cactos para proteger a montanha desses bichos que podem me matar. Ainda que é uma floresta, alguns podem ficar bem escondidos. Mas o scouter tá aqui pra isso.

Depois disso, um cara chamado Raygodness foi apresentado. Fiquei sabendo que ele achou minérios em muito menos tempo que nós, então me apressei para conseguir materiais também: fui em uma viagem à exploração. Depois de fazer barco duas vezes e me enterrar durante a noite, achei um lugar interessante, perto de uma plantação natural de cana, de cara encontrei ferro. Então resolvi fazer as coisas por aqui mesmo.

Até agora, achei bastante coisa, mesmo me ferindo várias vezes por causa da altura. Só falta achar a tal pedra vermelha.

Mais tarde, novos humanos surgem, chamados pedrofrq e Leomilitz, mas não sei muito a respeito deles, porque não fomos apresentados. Fiquei sabendo pelos colegas.

Sem mais, agora é hora de trabalhar! Acho que chamarei esse lugar aqui de... Escavação Lhaziap, ou algo assim, penso nisso mais tarde.
leomilitz
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MensagemAssunto: Re: Diário da Aventura Qua Set 07, 2011 6:16 pm

Dia 1

Que lugar é esse? Parece tão sozinho... E tão assustador... Eu não sei por que estou escrevendo no meu diário nesse momento, mas isso ajuda a me acalmar. Posso ouvir sons... e vejo criaturas que parecem zumbis. Não sei como cheguei aqui... Só lembro de uma terrível explosão antes de acordar aqui... Eu mal lembro do meu nome! Minhas memórias estão todas misturadas... O que é aquilo? Uma pequena caverna? Vou morar ali por um tempo.

Dia 2

Droga, nunca fui de matar. Nem mesmo animais, mas foi necessário dessa vez... eu estava com muita fome, então matei um porco para pegar a carne. Também matei uma ovelha, para pegar a lã e forrar o chão, já que dormir em pedra não seria muito bom. Mas além de más noticias, eu consegui fazer algumas ferramentas. Foi o suficiente para abrir um buraco nessa caverna, e criar um lugar para viver... Vou explorar este mundo. Continuarei a escrever amanhã

Dia 3

Andando um pouco, econtrei uma base feita de pedra, parece estar abandonada, porém ainda em estado habitável. Tem camas, algumas mesas de construção, várias fornalhas, uma torre de observação e duas plantações, uma de cana e outra de trigo, além de cactos na frente, protegendo de invasores.


Pëertt
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MensagemAssunto: Re: Diário da Aventura Qua Set 07, 2011 8:13 pm

Dia 3

Após acordar, arranjei pães e carne em um baú que estava no dormitório do Centro Público Nelson, também aproveitei e peguei algumas canas de açúcar e duas espadas que encontrei jogadas no chão, meio enterradas na areia. Comi um dos pães, coloquei o resto das coisas na mochila de couro que havia feito com o couro que retirei de uma vaca, quando ainda estava em Frjósömeyja; e continuei a explorar. Cheguei até um grupo de montanhas quando já era noite, e lá havia uma base suspensa de madeira. Subi lá e fiquei pela noite, mas não consegui dormir. Ainda sentia muita falta de Guðeyja (onde eu nasci e morei antes de vir parar em Frjósömeyja, e depois no CPN), então apenas me sentei na sacada e fiquei olhando a paisagem... tinha lava saindo de uma das montanhas, e essa luz excessiva não ajudava nada na hora de dormir... Fiquei um tempo ali, apenas olhando, e acho que caí no sono. Acordei era de manhã, e fui descer pela escada, quando ouvi um estouro, e vi parte da base suspensa se quebrando, e isso me lembrou de que pouco antes de vir parar aqui, Guðeyja estava ocupada pelos Khilophianos, e frequentemente os kamikazes de Bazhard se jogavam contra nossa ilha. Pude ver que havia os pedaços do corpo de uma criatura verde, de formato estranho, jogados no chão, mas não olhei muito para aquilo. Certamente não era uma visão boa. Acabei meu mapa e voltei ao Centro Público Nelson. Lá era mais seguro. Aproveitei para melhorar minhas ferramentas e conseguir mais madeira e pedra. Assim que possível irei fazer uma casa maior e mais confortável, seja em Frjósömeyja, seja nesse lugar.
Aliás, eu achei uns papéis no CPN, parece que eles chamam aqui de EverGrand.

Dias 4 e 5

Me perdi. Fiquei esses dois dias no mato ou no deserto, até achar a CPN novamente.

Dia 6

Fui até o porto que havia construído, demorou um pouco, mas cheguei lá, então fiz um barco e comecei a navegar. Cheguei em Frjósömeyja já de madrugada. Minha casa havia sido destruída pela lava. A montanha, era, na verdade, um vulcão. A ilha também havia mudado muito em algumas partes, provavelmente por terremotos... mas ainda está um lugar onde dá para sobreviver. Como já era tarde (e bem tarde), apenas cavei um buraco grande o suficiente em outra montanha, fiz uma mesa, cama e fornalha de improviso, e chamei de casa.


Última edição por Mr. Epicness em Sex Set 30, 2011 12:40 am, editado 2 vez(es) (Razão : Dia 4, 5 e 6.)
Doug Mitsujii
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MensagemAssunto: Re: Diário da Aventura Qua Set 28, 2011 10:06 pm

Final do Primeiro Capítulo
[Canonizando história. Motivo: Passagem para o mapa 1.8. Peço desculpas por isso. Porém, como o propósito da história é que os jogadores criem seus próprios caminhos, a ideia vai permanecer a mesma, só que a base mudou.]

Acho que estamos em perigo. Eu deixei meu experimento em Kamira. Eu estava querendo voltar para casa... A vontade de reencontrar aqueles que eu perdi é grande. Eu não compartilhei esse sentimento aos meus colegas de sobrevivência porque a vontade de sobreviver é o que está em jogo. Mas para a minha infelicidade, na hora que voltei da minha escavação, vi que Kamira foi destruído parcialmente, a minha plantação de trigo (eu vendia ao CN) foi por água a baixo literalmente, formando uma cachoeira.

Isso está causando alguma coisa estranha, ainda mais com o nosso desmatamento desenfreado. Parece que os animais estão morrendo contaminados e nossos alimentos estão começando a ficar podres, além das nossas construções começarem a ficar cada vez mais frágeis.

Decidimos fechar a área (para que a contaminação não espalhe) e recomeçar. Levando somente algumas coisas que sobrou, tais como comida, ferramentas, alguma arma e objetos de valor.

Grandes Expedições
Estamos todos novamente andando em busca de novos lugares para morar. Estamos andando há muito tempo, talvez mais de um mês. Não percebemos que o nosso mundo estava mudando...

Isso foi "bom". Eu estava guardando rancor da suposta guerra e estava montando novos armamentos e muralhas de defesa sem saber. Estou tentando esquecer o que eu esqueci.

Fiquei sabendo que Pedrofrq estava com ideias de criar uma nova região, baseada na que ele estava programando anteriormente, só que parece que sua ideia está começando a ficar algo bem concreto, pode ser interessante isso. Eu estive pensando em criar novos centros de observações também, além de algum centro geral e essas coisas.

Interessante, parece que estamos perto de novas civilizações e descobertas. Isso vai ser bem divertido. Ainda mais que o nosso scouter teve outra reação com a contaminação e uma de suas funções acabou não funcionando, então vai ser mais difícil perceber a presença de inimigos.

Uma nova aventura? Este lugar parece ser um pouco mais divertido, por mais que perdemos um bom tempo com as coisas... Minha única preocupação é que a nossa proteção para impedir a contaminação esteja segura...
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MensagemAssunto: Re: Diário da Aventura Qua Set 28, 2011 10:50 pm

Hoje, ao acordar, fui ver se estava tudo seguro para sair de casa, e percebi que o TLBHSS (Terra Labs BioHazard Scanning System) do meu TLBVS (Terra Labs Beta Version Scouter) não funcionava. Talvez tenha sido um problema por causa do terremoto em Frjósömeyja ontem à noite, ou por causa da contaminação da área. (Recebi uma carta do Douglas falando que a fauna e flora da área havia sido contaminada por causa dos creepers [os animais que explodem{antes chamados de kamikazes}], e que o TLBVS dele havia parado de funcionar em parte.)

Decidi também explorar mais o mundo, talvez até procurar por nativos, já que esses dias achamos umas vilas e minas abandonadas, e um forte enterrado na areia. A vida é curta, se der ao menos para conhecer o mundo antes de ela acabar, ótimo. E a contaminação também é um fator que contribui para isso... Enviei uma carta ao Douglas, empacotei algumas coisas de valor minhas e fui arrumar a casa. Partirei amanhã.

[Uma nota dobrada estava colada na folha do diário, na nota havia o desenho
de criaturas altas, parecidas com sombras, juntas a uma breve descrição do modo como elas agem. No outro lado da nota, haviam mais desenhos, um de traças, e o outro de uma espécie venenosa de aranha.]
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MensagemAssunto: Re: Diário da Aventura

 

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